quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Exercícioa para a nossa saúde respiratória




Temos os pulmões dimensionados de acordo com nossa estatura e recomendo aqui alguns exercícios de respiração para uma melhor oxigenação do organismo.
Exercícios:
1) Inspirar contando seis (6) batimentos cardíacos até encher por completo os pulmões.
2) Manter pulmões cheios contando três (3) batimentos cardíacos.
3) Expirar contando seis (6) batimentos cardíacos até esvaziar bem os pulmões.
4) Manter pulmões vazios por três (3) batimentos cardíacos.
5) Reiniciar o processo...
Para sentir os batimentos cardíacos, basta respirar bem fundo e prender a respiração por uns vinte (20) segundos, soltando em seguida o ar, o mais lento possível.
Ao exercitar esta respiração acima você irá sentir-se enjoado e quando chegar a um limite insustentável, poderá voltar a sua respiração habitual até o seu restabelecimento. Depois reiniciar o processo. Pra sempre até que se torne um hábito respirar dessa forma.
Sempre que estiver caminhando, basta acompanhar o ritmo dos passos que irão acompanhar o mesmo ritmo do coração. Então basta contar: 6 passos (insp), 3 passos (cheio), 6 passos (exp) e 3 passos (vazio).
Uma vez que tenha uma melhor oxigenação no cérebro, deve saber que 80% da glicose circulante é consumida pelo cérebro em atividades normais. Então nunca esqueça de uma alimentação que mantenha uma boa dose diária de açúcar no sangue. Nada de exageros. Sua intuição fará a medida se estiver em equilíbrio.
Se nunca consultou um nutricionista, agora esta hora. Deverá saber de acordo com seu metabolismo e tipo sangüíneo qual a sua alimentação mais adequada. Nunca comer em excesso. De preferência, comer a menos.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

A VIDA SEXUAL (dos brasileiros)

   Baseado em um levantamento bastante completo sobre a vida conjugal e sexual dos brasileiros, patrocinado pelos laboratórios Pfizer e coordenado pela psiquiatra Carmita Abdo, do Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas, de São Paulo, alguns dados podem ser muito curiosos e despertam reflexões igualmente interessantes.
    A pesquisa recolheu informações de quase 3.000 homens e mulheres entre 18 e 70 anos, de todas as classes sociais. A média nacional de relações é de três por semana. Esse número pode parecer exagerado aos casais que entraram no inevitável período de estabilização, mas ele é um pouco maior que a média de relações nos Estados Unidos.
    Quanto ao grau de satisfação com a qualidade da vida sexual, 60% das mulheres e 68% dos homens consideram que a sua qualidade sexual é muito boa ou ótima. Somados aos que escolheram a opção "regular", essa proporções sobem para 86% e 92%, respectivamente.
    No que se refere às preliminares, ao contrário do que pode estar pensando a maioria das mulheres queixosas, 81% de suas colegas sexualmente ativas estão contentes com as carícias que recebem antes do ato. A novidade, que supostamente não acontecia em outras épocas, é que mais de 62% dos homens demonstram grande preocupação em satisfazer suas parceiras durante essa fase preparatória.
     Essas cifras, possivelmente satisfatórias, espelham uma mudança significativa no comportamento sexual. A partir da liberação sexual dos anos 70, as mulheres começaram a exigir mais prazer na cama e os homens aprenderam que não bastava ir direto ao assunto.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A Cura do Vírus da AIDS

A cura da AIDS

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Instintos sexuais humanos parte 7

Instintos sexuais humanos parte 6

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Instintos sexuais humanos parte 4

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Instintos sexuais humanos parte 3

Instintos Sexuais Humanos parte 1

A importância da higiene intima na mulher

Muito se fala a respeito da higiene íntima da mulher, de que maneira ela deve ser feita, quais produtos adequados para uma higienização correta. Porém, a rotina conturbada de milhares de mulheres corrobora para o descuido da própria saúde, principalmente quando se trata da saúde intima. Para o Dr. Eliano Pellini, ginecologista e obstetra, coordenador do setor de Planejamento Familiar do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher de São Bernardo do Campo, a vida da mulher moderna trouxe inúmeras vantagens, conquistas, porém, nesta bagagem vieram mudanças de hábitos que modificaram até o próprio o mecanismo de defesa natural da mulher. “Teoricamente, no passado, a mulher tinha uma maior exposição, usava saias, vestidos e, com isso, havia uma ventilação maior na região da vagina, mantendo a acidez e proteção natural. Hoje, a mulher contemporânea trabalha durante 8 horas, sentada na frente de um computador, usa com freqüência calça jeans, o que diminui a ventilação, além de usar protetor diário de calcinha, que ajuda a abafar o local, tem também o hábito de fazer depilação, muitas vezes agressiva. Esse conjunto de ações provoca o desequilíbrio da proteção natural da vagina, o que colabora com o surgimento de infecções”, afirma Pellini, ressaltando que a alimentação, rica em gordura e açúcar, também reflete na saúde íntima da mulher. Segundo Pellini muitas mulheres sentem-se desconfortáveis com a própria umidade da vulva e da vagina. Essas secreções “corrimentos” são naturais do aparelho genital feminino. Porém a maioria das mulheres ainda faz o uso de sabão na área íntima, o que facilita a dissolução e remoção das defesas naturais, prejudicando o aparelho genital. “Muitas ainda desconhecem a importância da higiene específica na região intima O sabão em barra, por exemplo, apresenta um pH alcalino altamente agressivo a flora vaginal, o que prejudica o equilíbrio natural de defesa, alerta. O especialista explica que o pH vaginal é ácido e que eles são produzidos pela ação dos bacilos de Doderlein. “Ele é responsável pela manutenção do pH ácido da vagina da mulher, o que evita o crescimento das bactérias existentes na flora vaginal. Por isso o uso de produtos como sabonete líquido que contenha ácido lático, específico para a região intima, é o mais indicado para ajudar a preservar o pH fisiológico ácido e manter a proteção natural da mucosa vaginal”, finaliza. Vale ressaltar que o mais importante de tudo é que a mulher conheça melhor o seu corpo, em particular o genital, aceite suas diferenças e cuide da sua saúde de modo geral, acompanhando suas alterações ao longo da vida. E, sempre que tiver alguma dúvida, procure um médico especialista.

Light, diet ou zero?

Você decide levar uma vida mais saudável, passa a frequentar academia ou a fazer exercícios diários em casa ou ao ar livre. A mudança chega no prato, mas ao entrar no supermercado você se depara com a imensa variedade de produtos classificados como "zero gordura" ou "zero açúcar", "light" e "diet". Surge então as dúvidas: Qual levar para a casa? Qual será o mais indicado para lhe auxiliar nesta nova etapa? Decidimos colocar um ponto final nas dúvidas e ajudá-lo a entender melhor toda essa confusão. Antes vamos esclarecer que os produtos com alterações nutricionais são comumente indicados também para pessoas que tenham algum tipo de doença e que precisam evitar determinadas composições. Neste caso, o ideal é seguir a risca a orientação do seu médico. “As pessoas geralmente confundem alimentos diet com alimentos de baixa caloria. Não é assim, necessariamente. Um alimento restrito em açúcar pode conter maior teor de gorduras e apresentar teor calórico igual ou maior que o original como ocorre com o chocolate diet”, explica a nutricionista Camila Gracia, da equipe do setor de Nutrição Preventiva do HCor (Hospital do Coração). Mas vamos as especificações. A denominação light indica que existem diferenças na composição deste produto com o tradicional. O alimento é considerado light quando apresenta redução mínima de 25% das calorias ou de algum nutriente em relação ao original, como por exemplo, gordura. Determinados pães são classificados como light pelo seu teor reduzido de gorduras e não, necessariamente, de calorias. O termo diet se aplica a alimentos feitos com mudanças especiais para se adaptar a dietas variadas ou para pessoas que tenham necessidades nutricionais específicas. Dentro dessa classificação estão os produtos com isenção e/ ou restrição de nutrientes (gorduras, proteínas, carboidratos e sódio) e alimentos para o controle do peso. Também se enquadram, principalmente, produtos indicados para quem necessita controlar a ingestão de açúcares. Por isso, é comum que portadores de diabetes, por exemplo, recebam orientação médica para ingerir esse tipo de alimento. Até certo tempo, esses eram os dois pontos de interrogação na cabeça dos consumidores. Recentemente chegou uma novidade nas prateleiras: os alimentos "zero". Se um alimento é classificado com o nome zero significa que ele apresenta restrição ou isenção total de algum nutriente em comparação com sua versão tradicional. Um exemplo é o refrigerante, que na versão zero não possui açúcar, contendo bem menos calorias que a bebida normal. É simples assim? Bem, deveria ser. Mas na prática podem surgir dúvidas. De acordo com a nutricionista Isabela Cardoso Pimentel, também do setor de Nutrição Preventiva do HCor, é comum a existência de produtos isentos de algum nutriente e que poderiam ser classificados como zero ou diet, mas que estejam indicados como light. "A portaria referente ao termo light, por exemplo, não estabelece valor máximo de restrição”, completa a médica. Dentro das classificações, é possível também confundir os produtos diet e zero, mas de acordo com a legislação, o nome diet indica um alimento original e já o zero se refere a uma versão modificada do original, sem indicação a qualquer doença. Da mesma forma, um produto pode ser chamado de light e, ainda assim, conter alto teor calórico para ser usado no plano de alimentação de perda de peso. A manteiga light e o creme de light se encaixam neste exemplo. Resumidamente, existem diferenças entre os produtos light, diet e zero, mas o consumo de alimentos dessas categorias dependerá do que se espera deles. Portanto, antes de abastecer a dispensa com produtos de composição diferenciada, consulte um nutricionista e elabore um plano alimentar indicado às suas necessidades. Curiosidades Você sabia que... ...Um terço de um chocolate ao leite de 30 gramas possui 132 calorias e 7,3 gramas de gorduras totais e o mesmo produto na versão diet é isento de açucar, possui 142 calorias e 9,9 gramas de gorduras totais? O diet, por ser mais gorduroso e mais calórico, não é indicado para a perda de peso, mas para dietas restritas em açúcar é ideal. ...Todos os refrigerantes classificados como diet, light e zero são isentos de açúcar e não apresentam nenhuma ou menos que 4 calorias por 100ml do produto? A diferença está no tipo de adoçante utilizado na composição. A versão comum de uma lata (350 ml) de refrigerante a base de cola apresenta 148 calorias e 37 gramas de açúcar. Já as versões light, diet e zero não contêm açúcar ou calorias.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Voz do Freud

Essa é para você!

Enfrente os desafios - 31/08/2009 Como superar os problemas que atrapalham o seu percurso rumo ao ensino superior. Está difícil organizar a vida de vestibulando sozinho? Confira um roteiro de estudos para o vestibular. Desafio: você gosta de estudar em casa, mas não consegue resistir à tentação de telefone, internet, cama, TV e geladeira.
Solução: para as matérias de exatas, vale chamar uma amiga cdf para estudar com você. Assim, uma ajuda a outra e o compromisso com a colega diminui as distrações. Mas, se você precisa ler ou só tem amigas faladeiras, vá para uma biblioteca ou use a sala de estudos da sua escola.
Desafio: você quer passar em um vestibular superconcorrido, mas não quer perder seus preciosos anos no colegial.
Solução: se você não quer chegar ao terceiro ano desesperada, faça bons primeiro e segundo anos. Não tem escapatória: pode ter certeza de que aquela menina supertranqüila e que consegue ir para a balada mesmo querendo passar para direito soube estudar ao longo dos anos.
Desafio: seu namorado está em outro momento e, enquanto você fica em casa na sexta-feira para estudar, ele quer sair e se divertir.
Solução: explique que sábado é dia de aula e o apoio dele é essencial nessa fase. Faça um acordo: numa sexta, ele sai com os amigos e na outra ele fica em casa com você. Mostre que, se você se mantiver na linha durante a semana, vai poder sair com ele no sábado à noite sem culpa.
Desafio: seus pais nunca estão satisfeitos com o seu empenho e jogam uma pressão monstro sobre a sua cabeça.
Solução: converse com eles. Fale sobre sua própria autocobrança, mostre o seu plano de estudos: se eles virem que você está empenhada, vão dar um tempo. Mas é importante mostrar resultado: dormir a tarde e depois pedir que eles compreendam sua nota baixa no simulado não rola.
>>> Organize-se
Passo 1:A rotina de estudos começa na segunda-feira e termina no sábado. Se você tiver cumprido todos os seus objetivos da semana, domingo é livre.
Passo 2:Não deixe o conteúdo acumular. Faça as tarefas das aulas no mesmo dia e leve as dúvidas para o professor ou o plantonista no dia seguinte.
Passo 3:Estude, ao menos, 5 horas por dia. Se você estuda sozinha, divida o tempo em exatas (3 horas e meia por dia) e humanas (1 hora e meia por dia).
Passo 4:Some uma hora extra de tarefas-desafio. Podem ser as do cursinho ou as de provas passadas. Separe uma disciplina-desafio por dia.
Passo 5:No sábado, substitua a série-desafio por uma redação (se você não faz cursinho, pegue temas de provas antigas e peça para alguém analisar).
Passo 6:Assista ao telejornal da noite, que traz um resumo das principais notícias do dia. Elas podem virar questões de geografia e temas de redação. Fonte: Educar para crescer/Renata Moreira.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Freud e seu discurso junto a comunidade científica

Medicina Ortomolecular

Vitaminas: verdades e mitos

Alimentação somente, é insuficiente para cobrir as nossas exigências metabólicas. Dr.Ítalo Rachid( Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia e pela Associação Médica Brasileira Ex-Delegado da Sociedade Brasileira de Climatério – SOBRAC Formação em Medicina Anti-Aging pelo American Board of Anti-Aging Medicine Formação em Medicina Anti-Aging pela Harvard University Graduate School of Philosophy and Education Membro Diplomado da American Academy of Anti-Aging Medicine Membro Diplomado da International Hormone Society Membro Diplomado da World Society of Anti-Aging Medicine Membro da Life Extension Foundation - USA Formação em Age-Manegement Medicine pelo CENEGENICS Medical Institute – USA Presidente do Colégio Brasileiro de Medicina Anti-Aging e Longevidade - CBMAE Professor do Master em Ciências do Anti-Aging da Universidade Paulista - UNIP Coordenador do Núcleo de Fisiologia do Envelhecimento da Universidade Paulista - UNIP Membro do Editorial Board do Journal of Health and Biotechnology Pesquisador do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia – IFET-CE Pesquisador DTI-3 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico -CNPq Delegado Internacional da World Anti-Aging Academy of Medicine - WAAAM Introdutor da Medicina Anti-Aging no Brasil Palestrante Internacional.) Para que o nosso organismo funcione com equilíbrio, e para que possamos atingir o máximo de atividade metabólica, necessitamos de um grande número de substâncias que participam e controlam ativamente todas as reações químicas e são imprescindíveis para nos mantermos vivos e saudáveis. Estamos falando das vitaminas, antioxidantes, óligo-elementos, minerais e nutrientes.Até bem pouco tempo, achava-se que uma dieta bem balanceada, com alimentos naturais, frutas e verduras seria a garantia de reposição destes elementos. Os estudos recentes mais avançados na área da nutrição humana, mostram, porém, coisas bem diferentes do que inicialmente acreditávamos.Mesmo que tenhamos a mais "balanceada" e "equilibrada" das dietas, não conseguimos obter todos os nutrientes e vitaminas suficientes para suprir as necessidades diárias. O esgotamento do solo, a excessiva industrialização dos alimentos que os modifica e refina, retirando a maior parte de suas propriedades e a baixa concentração de nutrientes e vitaminas nos próprios alimentos naturais, tornam virtualmente impossível o perfeito funcionamento do nosso organismo.Além do mais, a enorme quantidade de aditivos artificiais, pesticidas e uma infindável quantidade de substâncias tóxicas usadas e misturadas com os alimentos, agravam ainda mais os problemas.O número de obesos e pessoas com alergias alimentares, atinge hoje proporções de uma epidemia. Só para se ter uma idéia, cerca de 35% de toda a população americana está classificada no grupo de obesos. Para piorar tudo, os estudos atuais demonstram que nossa capacidade de absorver vitaminas e nutrientes à partir dos alimentos, diminui dramaticamente á medida em que envelhecemos. Há ainda um último agravante: todos os estudos demonstram que as doses de vitaminas, nutrientes e antioxidantes necessários para eliminar os riscos de várias doenças, são incomparavelmente maiores do que as chamadas "doses recomendadas diárias".Tomemos como exemplo a vitamina C. Para evitar o desenvolvimento de doenças como o escorbuto e outras mais, são necessários 60mg diários. Porém, para que esta mesma vitamina C passe a agir como um poderoso antioxidante e estimulador do sistema imunológico, é indispensável ingerir um mínimo de 1500 a 2000 mg diários, como vemos, uma diferença colossal e que exigiria a ingestão do suco de sessenta laranjas!Não é difícil concluir, que se torna virtualmente impossível obter doses protetoras e terapêuticas de todos os nutrientes, vitaminas, minerais, enzimas e outros componentes, apenas através da alimentação. Ainda mais: irônicamente, os mesmos estudos demonstram que muitos dos nutrientes, vitaminas e minerais indispensáveis ao nosso organismo, são absorvidos de maneira incomparavelmente mais eficiente através da ingestão de suplementos do que dos próprios alimentos!Moral da história: não é mais possível aceitar a idéia de que suplementar vitaminas é um luxo desnecessário e que se você tem uma alimentação natural estará repondo "tudo o que precisa" para manter-se saudável. Suplementos de alta qualidade e alta absorbilidade são, na verdade, um serviço diário de entregas, que fornece a totalidade de nutrientes que você necessita para atingir seu estado ótimo de saúde.Converse com seu nutricionista e converse com o seu médico e passe adiante estes novos conceitos para os seus amigos e familiares. Esteja certo que atingir o seu máximo potencial de saúde, passa, obrigatoriamente, pela correta suplementação nutricional e vitamínico-mineral.

Conheça a Medicina Antienvelhecimento

Compreendendo os fundamentos da Medicina Antienvelhecimento. Dr.Ítalo Rachid MEDICINA ANTIENVELHECIMENTO Por: Ítalo Rachid (Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia e pela Associação Médica Brasileira Ex-Delegado da Sociedade Brasileira de Climatério – SOBRAC Formação em Medicina Anti-Aging pelo American Board of Anti-Aging Medicine Formação em Medicina Anti-Aging pela Harvard University Graduate School of Philosophy and Education Membro Diplomado da American Academy of Anti-Aging Medicine Membro Diplomado da International Hormone Society Membro Diplomado da World Society of Anti-Aging Medicine Membro da Life Extension Foundation - USA Formação em Age-Manegement Medicine pelo CENEGENICS Medical Institute – USA Presidente do Colégio Brasileiro de Medicina Anti-Aging e Longevidade - CBMAE Professor do Master em Ciências do Anti-Aging da Universidade Paulista - UNIP Coordenador do Núcleo de Fisiologia do Envelhecimento da Universidade Paulista - UNIP Membro do Editorial Board do Journal of Health and Biotechnology Pesquisador do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia – IFET-CE Pesquisador DTI-3 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico -CNPq Delegado Internacional da World Anti-Aging Academy of Medicine - WAAAM Introdutor da Medicina Anti-Aging no Brasil Palestrante Internacional.
Anti-Aging Medicine ou Age Manegement Medicine que do inglês significa: Medicina Antienvelhecimento e Gestão da Idade, respectivamente, nasceu há cerca de 20 anos nos Estados Unidos, porém ainda não reconhecida como especialidade médica no Brasil, sendo a nível apenas latu sensu (reconhecido pelo MEC), tendo especialidade reconhecida no meio médico apenas em países desenvolvidos da América do Norte, Europa e Ásia. Nasceu como um movimento que reuniu, de início, apenas 12 médicos, que pela primeira vez pensaram em conceituar e promover a saúde de forma diferente. Ao invés de aguardar passivamente pelo dano ou pelas doenças, aqueles médicos imaginaram que seria possível conceber uma estratégia diferente, aonde se passaria a atuar na vida das pessoas de forma preventiva e preditiva, muito antes que as patologias se manifestassem.A idéia era atuar nas causas básicas do envelhecimento, ao invés de minimizar as suas conseqüências. Outro fator de grande peso que deu impulso ao movimento foi de ordem econômica. Existem, só nos Estados Unidos, mais de cento e dez milhões de pessoas submetendo-se hoje a algum tipo de tratamento ou usando alguma espécie de medicamento apenas para minimizar os efeitos e complicações das chamadas doenças "inevitáveis" da velhice. Isto gera um astronômico desembolso anual de 780 bilhões de dólares, dinheiro desperdiçado unicamente para manter aquelas pessoas vivas, porém com qualidade de vida inexistente. Se fora mantido o ritmo atual, dentro de 19 anos o sistema de saúde americano estará completamente falido.Foi este cenário que serviu de berço para o desenvolvimento de uma forma revolucionária de fazer medicina, que alia os novos conhecimentos e terapias já disponíveis nas áreas de biotecnologia, genética, nutrição, atividade física e modulação hormonal. A proposta consiste em ajustar todos os nossos parâmetros biológicos, metabólicos e hormonais aos mesmos níveis encontrados em um indivíduo de 25 a 30 anos, fase em que todos nós atingimos o apogeu de nossa performance, e idade a partir da qual começamos a envelhecer.Esta medicina não é capaz de parar o tempo, mas pode atrasar o nosso relógio biológico, reduzindo substantivamente a velocidade com que envelhecemos, minimizando, desta forma, as possibilidades de patologias, uma vez que iremos repor e receber todas as matérias primas necessárias e indispensáveis ao nosso equilíbrio. O que conhecemos como doença, nada mais é do que a soma das carências graduais, crônicas e cumulativas de matérias-primas básicas de que o nosso corpo necessita para funcionar com perfeição.Esta forma de promover a saúde ganhou corpo e consistência mundiais, e este movimento, 20 anos depois, está hoje presente em mais de 100 países estando representado por mais de 102.000 médicos, pesquisadores e cientistas de peso, alguns deles laureados como o Prêmio Nobel.Outra importante diferença reside no processo de qualificação e especialização. Por conta de sua expansão, a Medicina Antienvelhecimento ganhou, há 10 anos, status de Especialidade Médica nos EUA, Ásia e Europa. A especialização específica nesta área ainda não existe entre nós, apenas a nível latu sensu (reconhecido pelo MEC) de modo que o médico tem que realizá-lo toda fora do país, nos Estados Unidos, Europa ou Ásia, para ser mais exato. A fase de aprendizado e treinamento dura dois anos, ao final dos quais o candidato é submetido a provas teóricas e práticas, processo que sofre supervisão e está sob a direta responsabilidade do American Board of Anti-Aging Medicine (comitê científico que reúne os professores que irão testar e examinar os candidatos). No Brasil, este modelo de medicina foi introduzido há 10 anos pelo Dr. Ítalo Rachid, presidente do CBMAE e precursor do movimento no nosso país. Através de um curso introdutório de 80 horas ministrado há 7 anos pelo Dr. Rachid e que segue o mesmo modelo de ensino validado internacionalemente, hoje já existem mais de 800 médicos praticando medicina antienvelhecimento no Brasil, em praticamente todos os estados e principais cidades. No ano de 2008 o Colégio Brasileiro de Medicina Antienvelhecimento e Longevidade - CBMAE, em parceria com suas regionais em todo o Brasil e sob a chancela da UNIP – Universidade Paulista, passou a disponibilizar um curso de Pós Graduação com 360 horas e duração de um ano e meio, para os médicos brasileiros que tenham interesse em trilhar os caminhos da Medicina Antienvelhecimento, a medicina do século XXI! ) Objetivos: Reduzir, parar e, em alguns casos, reverter os processos degenerativos do envelhecimento; Restaurar os níveis de energia; Restaurar a vitalidade; Otimizar a performance sexual; Reduzir a gordura corporal; Aumentar a massa muscular; Acelerar o metabolismo; Aumentar o metabolismo cerebral; Elevar a capacidade físico-respiratória; Obter máxima qualidade de vida. Bases do tratamento: Atividade física e esportiva de moderada intensidade; Reeducação alimentar e programa de alimentação em zona de equilíbrio hormonal; Redução do stress físico e mental; Suplementação nutracêutica funcional; Modulação hormonal masculina e feminina com hormônios bioidênticos.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Curiosidades Biológicas

Porque soluçamos? O soluço é resultado de uma contração involuntária do diafragma, um fino músculo que separa o tórax do abdômen e que, juntamente com os músculos intercostais externos, é responsável pelo controle da respiração. Seus movimentos de contração e relaxamento permitem que inspiremos e expiremos o ar e são controlados pelo nervo frênico, situado logo acima do estômago. Os incômodos do soluço surgem a partir de uma irritação do nervo frênico, cujas causas podem ser diversas (distensão gástrica pela ingestão de bebidas com gás, deglutição de ar ou alimentação em grande volume; mudanças súbitas da temperatura de alimentos ingeridos; modificações da temperatura corporal, como sauna seguida de ducha gelada; ingestão de bebidas alcoólicas; ou até mesmo gargalhadas). Quando ele fica ou sensibilizado, envia uma mensagem para o diafragma se contrair, o que dispara o soluço. O característico barulhinho "hic, hic" surge quando ocorre fechamento súbito da glote (abertura superior da laringe, onde se localizam as cordas vocais), produzindo vibração nas cordas vocais. Susto pode curar o soluço? Por que? Pode sim. Quando levamos um susto, provocamos uma forte inspiração, levando a um aumento do volume de ar nos pulmões. Os pulmões pressionam o diafragma, fazendo com que ele se estique e volte a funcionar normalmente. Mas existem maneiras menos drásticas que também funcionam: tomar um copo d'água com nariz tampado ou inspirar e segurar o ar por alguns instantes. Como acontece o reflexo da tosse? Os brônquios e a traquéia são tão sensíveis a um toque leve, que quantidades mínimas de material estranho ou substâncias que causam irritação iniciam o reflexo da tosse. Impulsos nervosos aferentes passam das vias respiratórias (principalmente pelo nervo vago) ao bulbo (medula oblonga), onde uma seqüência automática de eventos é disparada por circuitos neuronais locais, causando os seguintes efeitos: - inspiração de até 2,5 litros de ar; - fechamento da epiglote e das cordas vocais para aprisionar o ar no interior dos pulmões; - contração forte dos músculos abdominais e dos músculos intercostais internos, empurrando o diafragma e provocando aumento rápido de pressão nos pulmões (de 100 mmHg ou mais); - abertura súbita das cordas vocais e da epiglote e liberação do ar dos pulmões sob alta pressão. Desta forma, o ar que é expelido de forma explosiva dos pulmões para o exterior se move tão rapidamente que carrega consigo qualquer material estranho que esteja presente nos brônquios e na traquéia. Como acontece o reflexo do espirro? O reflexo do espirro é muito parecido com o reflexo da tosse, exceto pelo fato de se aplicar às vias nasais, ao invés das vias respiratórias inferiores: o estímulo que inicia o reflexo do espirro é a irritação das vias nasais. Impulsos aferentes passam do quinto par de nervo craniano ao bulbo, onde o reflexo é disparado. Uma série de reações semelhantes às do reflexo da tosse acontece, grandes quantidades de ar passam rapidamente pelo nariz, ajudando, assim, a limpar as vias nasais. Você sabia que: - o ar que sai das narinas durante o espirro atinge em média 150 Km/hora? - ao espirrarmos espalhamos aproximadamente 40 mil gotículas de saliva? Pois é, por isto o espirro é uma excelente fonte de transmissão de doenças respiratórias. Porque é impossível espirrar de olhos abertos? Esclarecendo o mito: não é porque os olhos podem sair da órbita que os fechamos ao espirrar! Quando uma partícula estranha entra no corpo pelas vias nasais, estimula os receptores locais que, por meio do nervo trigêmio (que coordena os movimentos da face), avisam o tronco encefálico que é hora de entrar em ação. Ao receber a mensagem, o tronco encefálico reage imediatamente à invasão, gerando uma série de impulso motores que contraem o abdômen, o tórax e o diafragma, até chegar ao nervo facial. Os reflexos que chegam ao nervo facial também desencadeiam movimentos para expulsar a partícula estranha. Essas contrações atingem diversos músculos da face, incluindo o músculo orbicular, que controla o abrir e o fechar dos olhos. Como resultado de todo esse esforço, fechamos os olhos.

domingo, 9 de agosto de 2009

A trajetória histórica da sexualidade humana, parte 2

O Cristianismo • A virgindade é exaltada, a poligamia abolida e as relações sexuais permitida apenas para a procriação. • A castidade, antes considerada importante só para as mulheres era agora essencial para ambos os sexos. O casamento foi invertido de significado sacramental simbólico. • A monogamia era única forma aceitável de casamento e o Novo Testamento menosprezava o concubinato. • É aceito que o cristianismo aperfeiçoou a natureza bárbara do homem, fazendo-o voltarse mais para o seu próximo, para o amor altruísta e também proporcionou novas oportunidades para a mulher. A Idade Média • A vivência da diversificação de valores relacionados a sexualidade e patente na IDADE MÉDIA, ligada por exemplo ao comportamento nos diferentes níveis sócio-econômicos. • Para a nobreza a virgindade deveria ser preservada até o casamento. • Na época das CRUZADAS encontramos, talvez, o maior exemplo da sociedade de caracter machista, quando o homem se autoriza a colocar na mulher o cinto de castidade. • Por toda a IDADE MÉDIA, há poucas referências à felicidade verdadeira ou à satisfação emocional na relação matrimonial. • O casamento era, em sua essência um contrato comercial, destinado a fortalecer alianças políticas e militares para os ricos e oferecer segurança econômica, filhos e alívio de tensão sexual aos pobres. Idade da Razão • A mulher desta época, já adquiria maior número de direitos, como por exemplo, poderia manter suas propriedades e dinheiro fora da jurisdição do marido. • As classes sociais mais elevadas buscavam o prazer desvinculado do afeto e do matrimônio pois casavam em função de obter nomes e títulos nobres. • A pequena burguesia tinha uma postura diferente perante o sexo o amor e o casamento, deixava de ser combinado pelos pais e prevalecia a afinidade e o amor. • A moralidade da classe média mostrava-se serva e as ligações extra conjugais eram pouco frequentes. • Datam desta época também as leis mais liberais no que diz respeito ao divórcio, possibilitando um segundo casamento, além de novas idéias e teorias. Revolução Industrial • A mulher não era mais imprescindível ao lar e os filhos deixaram de ser uma vantagem econômica. • A Revolução Industrial destacou a prioridade de amar em relação ao ato de procriar. • Consideravam o amor como condição “sine qua non” para uma vida feliz. • Entretanto, a mesma sociedade que glorificou a síntese do amor com o sexo de uma forma inconsciente e incompreensível o comercializou, mecanizou e despersonificou o ideal de amor. • A ciência também contribuiu para a revolução do amor. Com estudos na área da medicina, psicologia e sociologia tornaram o sexo um tema legítimo de estudo-destaque para os estudos de FREUD. De acordo com o exposto, o sexo em um determinado tempo passa a Ter um valor cultural na medida em que se relaciona com tudo o que passa afetar o homem e suas relações sociais. É importante salientar que a sexualidade foi construída com a ajuda histórica do passado é desta forma que se pode compreender as relações da sexualidade dos novos tempos. Sobre isto Nunes ( 1997 : 165) esclarece que: “A sexualidade é uma dimensão humana fundamental construída a partir das relações que compreendemos com o mundo natural e cultural, desde suas matrizes institucionais, na família e em todas as expressões da sociedade.” Assim, as características da sociedade vigente é que determina a concepção de sexualidade. Percebe-se que a repressão, o tabu, a censura enfim o Conservadorismo com relação a questão da sexualidade faz parte de um círculo vicioso que passa de geração a geração, esteriotipando comportamento e idéias. É certo que muitas coisas mudaram c/ o advento da pílula, com as propostas de libertação feminina, com os trabalhos e informações científicas, com a revolução tecnológica e a abertura nos meios de comunicação. Mas até que ponto isso nos permite afirmar que a situação mudou? Ou apenas trocou-se o antigo não pode-se deve-se! Atualmente, a ditadura do consumismo reduziu a sexualidade humana a um mero apelo de sensações e a um culto hedonista do corpo e suas potencialidades. A cultura da sociedade atual é ainda predominante machista e com isso a sexualidade é intensamente manipulada pelos meios de comunicação e pelo poder estabelecido. O próprio exemplo do prazer mecanizado da sociedade de consumo, com seus vibradores, pomadas e bonecas de plásticos, numa tentava de compensar o seu fracasso ilustra bem a solidão e a alienação da sociedade contemporânea, esquecendo sem dúvida a verdadeira dimensão da sexualidade: A VIDA!

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

A trajetória histórica da sexualidade humana, parte 1

Em nossa cultura, a assim denominada “Cristã Ocidental” que tem suas bases no judaísmo e cristianismo de um lado e na cultura grego-romana de outro, a sexualidade vem sendo historicamente alvo de intensa repressão. O exercício da sexualidade por mero prazer, sem fins reprodutivos, sempre foi reprimido considerado imoral, sujo e pecaminoso... tudo isso em consequência de nossas origens, de fato, formas de expressão da sensualidade e de erotismo tais como a masturbação, a homossexualidade e outras são até hoje alvo de preconceitos pelas estruturas sociais mais conservadoras. Assim, é de se notar que a história da sexualidade é rica em significados e faz parte da vida do homem. Desde o surgimento da humanidade existe a constante busca de explicações sobre a sexualidade, assim como o nascimento o sexo esta devidamente relacionado à vida dos seres humanos e de todas as raças tornando-se um estímulo para a relação sexual, como algo instintivo. Diante desta constatação, embora a vida na terra já exista há cerca de 4 bilhões de anos é a reprodução sexuada a pelo menos 1,5 bilhões de anos, foi apenas com espécie muito próxima da nossa que ocorreu a desvinculação entre sexo e reprodução. Pouco sabe-se sobre o exercício da sexualidade pelos hominídeos que antecederam nossa espécie, mas é esperável que desde ao menos o homo habilis (2 milhões de anos) se não entre antepassados ainda mais remotas que esse fato tenha ocorrido. No entanto, alguns estudos apontam que com o surgimento ao homo sapiens, surgiu entre as fêmeas a possibilidade de relações sexuais prazerosas independente da possibilidade de reprodução. Graças a sutis mudanças na anatomia e na fisiologia dos órgãos envolvidos, tornou-se possível que as fêmeas de nossa espécie pudessem usufruir de atividade sexual independente de estarem ou não em seus períodos férteis. Por isso somos os únicos seres a manter relações sexuais durante a gestação ou mesmo após a cessação das possibilidades de reprodução (menopausa). Logo, de acordo com Vitiello (2001) nossa espécie é a única dentre as que povoam o planeta a ter a oportunidade de buscar os prazeres do sexo sem arcar com o ônus único da reprodução. Se entre as outras espécies só é possível o sexo-reprodução, para nós se abrem outras oportunidades, podendo-se mesmo falar em sexo-afeto, sexo-amor e diversas outras indicações para a prática da sexualidade inclusive aquela visando remuneração, no eufemisticamente denominada de “a mais velha das profissões” (a prostituição). Neste contexto, vale ressaltar também que no desenvolvimento da história a sexualidade apresentou-se sobre maneira de cunho machista, em que negou sempre a possibilidade de prazer feminino associado ao exercício da sexualidade, com isso nossa cultura coloca polaridades entre a sexualidade masculina e feminina, onde Itoz (1999) nos coloca que o homem de acordo com a história exerce papel mais ativo possui sexualidade mais focalizada (genital) uma vivência mais objetiva, com sua genitalidade maior que a sexualidade com atitudes básicas de conquistas e poder, por outro lado percebe-se que a mulher exerce um papel mais passivo possui sexualidade mais difusa (corpo todo) com sua sensualidade maior que a genitalidade e com atitudes básicas de trocas. Em suma, o caracter machista das relações interpessoais apresenta-se como elemento marcante na história das sociedades e influências sexuais. Neste sentido, para melhor compreendermos a trajetória da sexualidade humana é fundamental utilizarmos a análise de Lapate ( 1996) em que este divide em vários momentos: Os Hebreus • No gênese a sexualidade é descrita como desejada por deus e criada como algo bom. • Nas passagens bíblicas se observa uma estreita relação entre o sexo e a reprodução através do casamento. • Os hebreus se casavam muito jovem e não era fator primordial nessa união o sensual ou o amor. • A virgindade era valorizada ao extremo e deveria ser mantida até o matrimônio. • O homem poderia ter no casamento sexo apenas para reprodução, mas em função de outras práticas também tinha oportunidades de desenvolver sentimentos profundos de amor e de prazer sensual. Os Gregos • O amor na Grécia Clássica era peculiar e bastante diverso dos conceitos de amor em geral. • O prazer advindo da sexualidade propunham-no apenas para os homens que o buscavam junto as pornoi e as hetairas, nunca em suas próprias casas. SEXUALIDADE DO ADOLESCENTE: Um novo Olhar sem Mitos e Preconceitos 29 • Homem assumia uma posição especial desde o nascimento. Aprendia música, poesia, aritmética e praticava esportes. • A mulher, ao contrário não recebia qualquer tipo de educação formal. Ficava confinada em casa desde o nascimento até o casamento e nada aprendia além de poucas tarefas domésticas. • Demostines nos dá um retrato fiel dos costumes daquele período em relação a casamento, amor e sexo. As prostitutas, nós conservamos pelo prazer, as concubinas para cuidar de nossa pessoa e as esposas para nos proporcionar filhos legítimos e cuidar da nossa casa. Os Romanos • Algumas transformações ocorreram com as primeiras grurras púnicas (sec.IIIa.C.) a mulher tinha mais possibilidades de educação e de desenvolver seus atrativos pessoais. • Os jovens romanos tinham melhor oportunidade do que os gregos para encontrar no casamento uma união de AMOR e PRAZER. • Os romanos eram rigorosamente monógamos. • O casamento era uma questão pessoal e não requeria uma sanção religiosa ou governamental, apenas, o consentimento paterno. • Com o império romano concretiza-se a mulher como objeto. O sexo pode ser vendido e comprado, através da relação vencedor-vencido, quando os senhores romanos vendem como escravas as mulheres dos povos conquistados.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Educação Holística, o que é realmente?

O que vem a ser isso? Para entendermos a Visão Holística da Educação é necessário sabermos a sua origem. A palavra Holismo – vem do grego holon – significa inteiro, integral, totalidade, realidade, que faz referência a um universo feito de conjuntos integrados que não pode ser reduzido a simples soma de suas parte. “O termo Educação Holística foi proposto pelo americano R. Miller (1997) para designar o trabalho de um conjunto heterogêneo de liberais, de humanistas e de românticos que têm em comum a convicção de que a personalidade global de cada criança deve ser considerada na educação. São consideradas todas as facetas da experiência humana, não só o intelecto racional e as responsabilidades de vocação e cidadania, mas também os aspectos físicos, emocionais, sociais, estéticos, criativos, intuitivos e espirituais inatos da natureza do ser humano”. (Yus, 2002, p.16). A Visão Holística da Educação é um novo modo de relação do ser humano com o mundo; uma nova visão do cosmos, da natureza, da sociedade, do outro e de si mesmo. Segundo o Relatório da Comissão Internacional de Educação para a UNESCO, intitulado “Educação: um tesouro a descobrir”, 1994 (que é a base para documentos e pareceres atuais do MEC, ex : PCN’s) são quatro os pilares básicos da Educação para o século XXI: Aprender a fazer; Aprender a conhecer; Aprender a ser; Aprender a viver juntos. Para se alcançar esses pilares, a Visão Holística traça um perfil de um ser humano com as seguintes características: 1. Ativo e Autodeterminado: autonomia para a “reconstrução do mundo”; 2. Pacífico: sensibilidade e criatividade para a criação de formas de luta; 3. Solidário: opõe-se ao acúmulo de bens como fonte de poder. Busca a justiça social; 4. Autoconsciente: busca da felicidade, bem-estar e paz, desde que atendidas as necessidades básicas de sobrevivência; 5. Intuitivo e dotado de visão holística: Intuição que alimenta hipóteses dentro de uma perspectiva interdisciplinar; 6. Pleno de amor: o amor descarta a competição, o egoísmo, a inveja, etc. Estimula a adesão, a participação e ao “compartilhar”; 7. Sensível ao belo e criativo: observar, sentir, captar, empolgar-se com detalhes do mundo; 8. Voltado ao espiritual: ser espiritualizado significa buscar internamente um encontro com a manifestação divina que existe em cada um de nós. A Visão Holística na Educação contribui para: a) Perceber o aluno como ser integral; b) Aprender a viver junto com o aluno; c) Vivências em dinâmicas de grupo; (valorizar as coisas simples da vida)