A importância de se atualizar nos estudos da psicologia,biologia, educação holística e sexualidade humana esta relacionado a nossa convivência em adquirir informações básicas e científicas para o aprendizado no nosso dia a dia.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
A importância da higiene intima na mulher
Muito se fala a respeito da higiene íntima da mulher, de que maneira ela deve ser feita, quais produtos adequados para uma higienização correta. Porém, a rotina conturbada de milhares de mulheres corrobora para o descuido da própria saúde, principalmente quando se trata da saúde intima.
Para o Dr. Eliano Pellini, ginecologista e obstetra, coordenador do setor de Planejamento Familiar do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher de São Bernardo do Campo, a vida da mulher moderna trouxe inúmeras vantagens, conquistas, porém, nesta bagagem vieram mudanças de hábitos que modificaram até o próprio o mecanismo de defesa natural da mulher.
“Teoricamente, no passado, a mulher tinha uma maior exposição, usava saias, vestidos e, com isso, havia uma ventilação maior na região da vagina, mantendo a acidez e proteção natural. Hoje, a mulher contemporânea trabalha durante 8 horas, sentada na frente de um computador, usa com freqüência calça jeans, o que diminui a ventilação, além de usar protetor diário de calcinha, que ajuda a abafar o local, tem também o hábito de fazer depilação, muitas vezes agressiva. Esse conjunto de ações provoca o desequilíbrio da proteção natural da vagina, o que colabora com o surgimento de infecções”, afirma Pellini, ressaltando que a alimentação, rica em gordura e açúcar, também reflete na saúde íntima da mulher.
Segundo Pellini muitas mulheres sentem-se desconfortáveis com a própria umidade da vulva e da vagina. Essas secreções “corrimentos” são naturais do aparelho genital feminino. Porém a maioria das mulheres ainda faz o uso de sabão na área íntima, o que facilita a dissolução e remoção das defesas naturais, prejudicando o aparelho genital. “Muitas ainda desconhecem a importância da higiene específica na região intima O sabão em barra, por exemplo, apresenta um pH alcalino altamente agressivo a flora vaginal, o que prejudica o equilíbrio natural de defesa, alerta.
O especialista explica que o pH vaginal é ácido e que eles são produzidos pela ação dos bacilos de Doderlein. “Ele é responsável pela manutenção do pH ácido da vagina da mulher, o que evita o crescimento das bactérias existentes na flora vaginal. Por isso o uso de produtos como sabonete líquido que contenha ácido lático, específico para a região intima, é o mais indicado para ajudar a preservar o pH fisiológico ácido e manter a proteção natural da mucosa vaginal”, finaliza.
Vale ressaltar que o mais importante de tudo é que a mulher conheça melhor o seu corpo, em particular o genital, aceite suas diferenças e cuide da sua saúde de modo geral, acompanhando suas alterações ao longo da vida. E, sempre que tiver alguma dúvida, procure um médico especialista.
Light, diet ou zero?
Você decide levar uma vida mais saudável, passa a frequentar academia ou a fazer exercícios diários em casa ou ao ar livre. A mudança chega no prato, mas ao entrar no supermercado você se depara com a imensa variedade de produtos classificados como "zero gordura" ou "zero açúcar", "light" e "diet". Surge então as dúvidas: Qual levar para a casa? Qual será o mais indicado para lhe auxiliar nesta nova etapa?
Decidimos colocar um ponto final nas dúvidas e ajudá-lo a entender melhor toda essa confusão. Antes vamos esclarecer que os produtos com alterações nutricionais são comumente indicados também para pessoas que tenham algum tipo de doença e que precisam evitar determinadas composições. Neste caso, o ideal é seguir a risca a orientação do seu médico. “As pessoas geralmente confundem alimentos diet com alimentos de baixa caloria. Não é assim, necessariamente. Um alimento restrito em açúcar pode conter maior teor de gorduras e apresentar teor calórico igual ou maior que o original como ocorre com o chocolate diet”, explica a nutricionista Camila Gracia, da equipe do setor de Nutrição Preventiva do HCor (Hospital do Coração). Mas vamos as especificações.
A denominação light indica que existem diferenças na composição deste produto com o tradicional. O alimento é considerado light quando apresenta redução mínima de 25% das calorias ou de algum nutriente em relação ao original, como por exemplo, gordura. Determinados pães são classificados como light pelo seu teor reduzido de gorduras e não, necessariamente, de calorias.
O termo diet se aplica a alimentos feitos com mudanças especiais para se adaptar a dietas variadas ou para pessoas que tenham necessidades nutricionais específicas. Dentro dessa classificação estão os produtos com isenção e/ ou restrição de nutrientes (gorduras, proteínas, carboidratos e sódio) e alimentos para o controle do peso. Também se enquadram, principalmente, produtos indicados para quem necessita controlar a ingestão de açúcares. Por isso, é comum que portadores de diabetes, por exemplo, recebam orientação médica para ingerir esse tipo de alimento.
Até certo tempo, esses eram os dois pontos de interrogação na cabeça dos consumidores. Recentemente chegou uma novidade nas prateleiras: os alimentos "zero". Se um alimento é classificado com o nome zero significa que ele apresenta restrição ou isenção total de algum nutriente em comparação com sua versão tradicional. Um exemplo é o refrigerante, que na versão zero não possui açúcar, contendo bem menos calorias que a bebida normal.
É simples assim? Bem, deveria ser. Mas na prática podem surgir dúvidas. De acordo com a nutricionista Isabela Cardoso Pimentel, também do setor de Nutrição Preventiva do HCor, é comum a existência de produtos isentos de algum nutriente e que poderiam ser classificados como zero ou diet, mas que estejam indicados como light. "A portaria referente ao termo light, por exemplo, não estabelece valor máximo de restrição”, completa a médica.
Dentro das classificações, é possível também confundir os produtos diet e zero, mas de acordo com a legislação, o nome diet indica um alimento original e já o zero se refere a uma versão modificada do original, sem indicação a qualquer doença. Da mesma forma, um produto pode ser chamado de light e, ainda assim, conter alto teor calórico para ser usado no plano de alimentação de perda de peso. A manteiga light e o creme de light se encaixam neste exemplo.
Resumidamente, existem diferenças entre os produtos light, diet e zero, mas o consumo de alimentos dessas categorias dependerá do que se espera deles. Portanto, antes de abastecer a dispensa com produtos de composição diferenciada, consulte um nutricionista e elabore um plano alimentar indicado às suas necessidades.
Curiosidades
Você sabia que...
...Um terço de um chocolate ao leite de 30 gramas possui 132 calorias e 7,3 gramas de gorduras totais e o mesmo produto na versão diet é isento de açucar, possui 142 calorias e 9,9 gramas de gorduras totais? O diet, por ser mais gorduroso e mais calórico, não é indicado para a perda de peso, mas para dietas restritas em açúcar é ideal.
...Todos os refrigerantes classificados como diet, light e zero são isentos de açúcar e não apresentam nenhuma ou menos que 4 calorias por 100ml do produto? A diferença está no tipo de adoçante utilizado na composição. A versão comum de uma lata (350 ml) de refrigerante a base de cola apresenta 148 calorias e 37 gramas de açúcar. Já as versões light, diet e zero não contêm açúcar ou calorias.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Essa é para você!
Enfrente os desafios - 31/08/2009
Como superar os problemas que atrapalham o seu percurso rumo ao ensino superior. Está difícil organizar a vida de vestibulando sozinho? Confira um roteiro de estudos para o vestibular.
Desafio: você gosta de estudar em casa, mas não consegue resistir à tentação de telefone, internet, cama, TV e geladeira.
Solução: para as matérias de exatas, vale chamar uma amiga cdf para estudar com você. Assim, uma ajuda a outra e o compromisso com a colega diminui as distrações. Mas, se você precisa ler ou só tem amigas faladeiras, vá para uma biblioteca ou use a sala de estudos da sua escola.
Desafio: você quer passar em um vestibular superconcorrido, mas não quer perder seus preciosos anos no colegial.
Solução: se você não quer chegar ao terceiro ano desesperada, faça bons primeiro e segundo anos. Não tem escapatória: pode ter certeza de que aquela menina supertranqüila e que consegue ir para a balada mesmo querendo passar para direito soube estudar ao longo dos anos.
Desafio: seu namorado está em outro momento e, enquanto você fica em casa na sexta-feira para estudar, ele quer sair e se divertir.
Solução: explique que sábado é dia de aula e o apoio dele é essencial nessa fase. Faça um acordo: numa sexta, ele sai com os amigos e na outra ele fica em casa com você. Mostre que, se você se mantiver na linha durante a semana, vai poder sair com ele no sábado à noite sem culpa.
Desafio: seus pais nunca estão satisfeitos com o seu empenho e jogam uma pressão monstro sobre a sua cabeça.
Solução: converse com eles. Fale sobre sua própria autocobrança, mostre o seu plano de estudos: se eles virem que você está empenhada, vão dar um tempo. Mas é importante mostrar resultado: dormir a tarde e depois pedir que eles compreendam sua nota baixa no simulado não rola.
>>> Organize-se
Passo 1:A rotina de estudos começa na segunda-feira e termina no sábado. Se você tiver cumprido todos os seus objetivos da semana, domingo é livre.
Passo 2:Não deixe o conteúdo acumular. Faça as tarefas das aulas no mesmo dia e leve as dúvidas para o professor ou o plantonista no dia seguinte.
Passo 3:Estude, ao menos, 5 horas por dia. Se você estuda sozinha, divida o tempo em exatas (3 horas e meia por dia) e humanas (1 hora e meia por dia).
Passo 4:Some uma hora extra de tarefas-desafio. Podem ser as do cursinho ou as de provas passadas. Separe uma disciplina-desafio por dia.
Passo 5:No sábado, substitua a série-desafio por uma redação (se você não faz cursinho, pegue temas de provas antigas e peça para alguém analisar).
Passo 6:Assista ao telejornal da noite, que traz um resumo das principais notícias do dia. Elas podem virar questões de geografia e temas de redação.
Fonte: Educar para crescer/Renata Moreira.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Vitaminas: verdades e mitos
Alimentação somente, é insuficiente para cobrir as nossas exigências metabólicas. Dr.Ítalo Rachid( Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia e pela Associação Médica Brasileira
Ex-Delegado da Sociedade Brasileira de Climatério – SOBRAC
Formação em Medicina Anti-Aging pelo American Board of Anti-Aging Medicine
Formação em Medicina Anti-Aging pela Harvard University Graduate School of Philosophy and Education
Membro Diplomado da American Academy of Anti-Aging Medicine
Membro Diplomado da International Hormone Society
Membro Diplomado da World Society of Anti-Aging Medicine
Membro da Life Extension Foundation - USA
Formação em Age-Manegement Medicine pelo CENEGENICS Medical Institute – USA
Presidente do Colégio Brasileiro de Medicina Anti-Aging e Longevidade - CBMAE
Professor do Master em Ciências do Anti-Aging da Universidade Paulista - UNIP
Coordenador do Núcleo de Fisiologia do Envelhecimento da Universidade Paulista - UNIP
Membro do Editorial Board do Journal of Health and Biotechnology
Pesquisador do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia – IFET-CE
Pesquisador DTI-3 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico -CNPq
Delegado Internacional da World Anti-Aging Academy of Medicine - WAAAM
Introdutor da Medicina Anti-Aging no Brasil
Palestrante Internacional.)
Para que o nosso organismo funcione com equilíbrio, e para que possamos atingir o máximo de atividade metabólica, necessitamos de um grande número de substâncias que participam e controlam ativamente todas as reações químicas e são imprescindíveis para nos mantermos vivos e saudáveis. Estamos falando das vitaminas, antioxidantes, óligo-elementos, minerais e nutrientes.Até bem pouco tempo, achava-se que uma dieta bem balanceada, com alimentos naturais, frutas e verduras seria a garantia de reposição destes elementos.
Os estudos recentes mais avançados na área da nutrição humana, mostram, porém, coisas bem diferentes do que inicialmente acreditávamos.Mesmo que tenhamos a mais "balanceada" e "equilibrada" das dietas, não conseguimos obter todos os nutrientes e vitaminas suficientes para suprir as necessidades diárias.
O esgotamento do solo, a excessiva industrialização dos alimentos que os modifica e refina, retirando a maior parte de suas propriedades e a baixa concentração de nutrientes e vitaminas nos próprios alimentos naturais, tornam virtualmente impossível o perfeito funcionamento do nosso organismo.Além do mais, a enorme quantidade de aditivos artificiais, pesticidas e uma infindável quantidade de substâncias tóxicas usadas e misturadas com os alimentos, agravam ainda mais os problemas.O número de obesos e pessoas com alergias alimentares, atinge hoje proporções de uma epidemia.
Só para se ter uma idéia, cerca de 35% de toda a população americana está classificada no grupo de obesos. Para piorar tudo, os estudos atuais demonstram que nossa capacidade de absorver vitaminas e nutrientes à partir dos alimentos, diminui dramaticamente á medida em que envelhecemos.
Há ainda um último agravante: todos os estudos demonstram que as doses de vitaminas, nutrientes e antioxidantes necessários para eliminar os riscos de várias doenças, são incomparavelmente maiores do que as chamadas "doses recomendadas diárias".Tomemos como exemplo a vitamina C. Para evitar o desenvolvimento de doenças como o escorbuto e outras mais, são necessários 60mg diários. Porém, para que esta mesma vitamina C passe a agir como um poderoso antioxidante e estimulador do sistema imunológico, é indispensável ingerir um mínimo de 1500 a 2000 mg diários, como vemos, uma diferença colossal e que exigiria a ingestão do suco de sessenta laranjas!Não é difícil concluir, que se torna virtualmente impossível obter doses protetoras e terapêuticas de todos os nutrientes, vitaminas, minerais, enzimas e outros componentes, apenas através da alimentação.
Ainda mais: irônicamente, os mesmos estudos demonstram que muitos dos nutrientes, vitaminas e minerais indispensáveis ao nosso organismo, são absorvidos de maneira incomparavelmente mais eficiente através da ingestão de suplementos do que dos próprios alimentos!Moral da história: não é mais possível aceitar a idéia de que suplementar vitaminas é um luxo desnecessário e que se você tem uma alimentação natural estará repondo "tudo o que precisa" para manter-se saudável.
Suplementos de alta qualidade e alta absorbilidade são, na verdade, um serviço diário de entregas, que fornece a totalidade de nutrientes que você necessita para atingir seu estado ótimo de saúde.Converse com seu nutricionista e converse com o seu médico e passe adiante estes novos conceitos para os seus amigos e familiares.
Esteja certo que atingir o seu máximo potencial de saúde, passa, obrigatoriamente, pela correta suplementação nutricional e vitamínico-mineral.
Conheça a Medicina Antienvelhecimento
Compreendendo os fundamentos da Medicina Antienvelhecimento. Dr.Ítalo Rachid
MEDICINA ANTIENVELHECIMENTO
Por: Ítalo Rachid (Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia e pela Associação Médica Brasileira
Ex-Delegado da Sociedade Brasileira de Climatério – SOBRAC
Formação em Medicina Anti-Aging pelo American Board of Anti-Aging Medicine
Formação em Medicina Anti-Aging pela Harvard University Graduate School of Philosophy and Education
Membro Diplomado da American Academy of Anti-Aging Medicine
Membro Diplomado da International Hormone Society
Membro Diplomado da World Society of Anti-Aging Medicine
Membro da Life Extension Foundation - USA
Formação em Age-Manegement Medicine pelo CENEGENICS Medical Institute – USA
Presidente do Colégio Brasileiro de Medicina Anti-Aging e Longevidade - CBMAE
Professor do Master em Ciências do Anti-Aging da Universidade Paulista - UNIP
Coordenador do Núcleo de Fisiologia do Envelhecimento da Universidade Paulista - UNIP
Membro do Editorial Board do Journal of Health and Biotechnology
Pesquisador do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia – IFET-CE
Pesquisador DTI-3 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico -CNPq
Delegado Internacional da World Anti-Aging Academy of Medicine - WAAAM
Introdutor da Medicina Anti-Aging no Brasil Palestrante Internacional.
Anti-Aging Medicine ou Age Manegement Medicine que do inglês significa: Medicina Antienvelhecimento e Gestão da Idade, respectivamente, nasceu há cerca de 20 anos nos Estados Unidos, porém ainda não reconhecida como especialidade médica no Brasil, sendo a nível apenas latu sensu (reconhecido pelo MEC), tendo especialidade reconhecida no meio médico apenas em países desenvolvidos da América do Norte, Europa e Ásia. Nasceu como um movimento que reuniu, de início, apenas 12 médicos, que pela primeira vez pensaram em conceituar e promover a saúde de forma diferente. Ao invés de aguardar passivamente pelo dano ou pelas doenças, aqueles médicos imaginaram que seria possível conceber uma estratégia diferente, aonde se passaria a atuar na vida das pessoas de forma preventiva e preditiva, muito antes que as patologias se manifestassem.A idéia era atuar nas causas básicas do envelhecimento, ao invés de minimizar as suas conseqüências. Outro fator de grande peso que deu impulso ao movimento foi de ordem econômica. Existem, só nos Estados Unidos, mais de cento e dez milhões de pessoas submetendo-se hoje a algum tipo de tratamento ou usando alguma espécie de medicamento apenas para minimizar os efeitos e complicações das chamadas doenças "inevitáveis" da velhice. Isto gera um astronômico desembolso anual de 780 bilhões de dólares, dinheiro desperdiçado unicamente para manter aquelas pessoas vivas, porém com qualidade de vida inexistente. Se fora mantido o ritmo atual, dentro de 19 anos o sistema de saúde americano estará completamente falido.Foi este cenário que serviu de berço para o desenvolvimento de uma forma revolucionária de fazer medicina, que alia os novos conhecimentos e terapias já disponíveis nas áreas de biotecnologia, genética, nutrição, atividade física e modulação hormonal.
A proposta consiste em ajustar todos os nossos parâmetros biológicos, metabólicos e hormonais aos mesmos níveis encontrados em um indivíduo de 25 a 30 anos, fase em que todos nós atingimos o apogeu de nossa performance, e idade a partir da qual começamos a envelhecer.Esta medicina não é capaz de parar o tempo, mas pode atrasar o nosso relógio biológico, reduzindo substantivamente a velocidade com que envelhecemos, minimizando, desta forma, as possibilidades de patologias, uma vez que iremos repor e receber todas as matérias primas necessárias e indispensáveis ao nosso equilíbrio. O que conhecemos como doença, nada mais é do que a soma das carências graduais, crônicas e cumulativas de matérias-primas básicas de que o nosso corpo necessita para funcionar com perfeição.Esta forma de promover a saúde ganhou corpo e consistência mundiais, e este movimento, 20 anos depois, está hoje presente em mais de 100 países estando representado por mais de 102.000 médicos, pesquisadores e cientistas de peso, alguns deles laureados como o Prêmio Nobel.Outra importante diferença reside no processo de qualificação e especialização.
Por conta de sua expansão, a Medicina Antienvelhecimento ganhou, há 10 anos, status de Especialidade Médica nos EUA, Ásia e Europa. A especialização específica nesta área ainda não existe entre nós, apenas a nível latu sensu (reconhecido pelo MEC) de modo que o médico tem que realizá-lo toda fora do país, nos Estados Unidos, Europa ou Ásia, para ser mais exato. A fase de aprendizado e treinamento dura dois anos, ao final dos quais o candidato é submetido a provas teóricas e práticas, processo que sofre supervisão e está sob a direta responsabilidade do American Board of Anti-Aging Medicine (comitê científico que reúne os professores que irão testar e examinar os candidatos).
No Brasil, este modelo de medicina foi introduzido há 10 anos pelo Dr. Ítalo Rachid, presidente do CBMAE e precursor do movimento no nosso país. Através de um curso introdutório de 80 horas ministrado há 7 anos pelo Dr. Rachid e que segue o mesmo modelo de ensino validado internacionalemente, hoje já existem mais de 800 médicos praticando medicina antienvelhecimento no Brasil, em praticamente todos os estados e principais cidades.
No ano de 2008 o Colégio Brasileiro de Medicina Antienvelhecimento e Longevidade - CBMAE, em parceria com suas regionais em todo o Brasil e sob a chancela da UNIP – Universidade Paulista, passou a disponibilizar um curso de Pós Graduação com 360 horas e duração de um ano e meio, para os médicos brasileiros que tenham interesse em trilhar os caminhos da Medicina Antienvelhecimento, a medicina do século XXI! )
Objetivos:
Reduzir, parar e, em alguns casos, reverter os processos degenerativos do envelhecimento;
Restaurar os níveis de energia;
Restaurar a vitalidade;
Otimizar a performance sexual;
Reduzir a gordura corporal;
Aumentar a massa muscular;
Acelerar o metabolismo;
Aumentar o metabolismo cerebral;
Elevar a capacidade físico-respiratória;
Obter máxima qualidade de vida.
Bases do tratamento:
Atividade física e esportiva de moderada intensidade;
Reeducação alimentar e programa de alimentação em zona de equilíbrio hormonal;
Redução do stress físico e mental;
Suplementação nutracêutica funcional;
Modulação hormonal masculina e feminina com hormônios bioidênticos.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Curiosidades Biológicas
Porque soluçamos?
O soluço é resultado de uma contração involuntária do diafragma, um fino músculo que separa o tórax do abdômen e que, juntamente com os músculos intercostais externos, é responsável pelo controle da respiração. Seus movimentos de contração e relaxamento permitem que inspiremos e expiremos o ar e são controlados pelo nervo frênico, situado logo acima do estômago. Os incômodos do soluço surgem a partir de uma irritação do nervo frênico, cujas causas podem ser diversas (distensão gástrica pela ingestão de bebidas com gás, deglutição de ar ou alimentação em grande volume; mudanças súbitas da temperatura de alimentos ingeridos; modificações da temperatura corporal, como sauna seguida de ducha gelada; ingestão de bebidas alcoólicas; ou até mesmo gargalhadas). Quando ele fica ou sensibilizado, envia uma mensagem para o diafragma se contrair, o que dispara o soluço.
O característico barulhinho "hic, hic" surge quando ocorre fechamento súbito da glote (abertura superior da laringe, onde se localizam as cordas vocais), produzindo vibração nas cordas vocais.
Susto pode curar o soluço? Por que?
Pode sim. Quando levamos um susto, provocamos uma forte inspiração, levando a um aumento do volume de ar nos pulmões. Os pulmões pressionam o diafragma, fazendo com que ele se estique e volte a funcionar normalmente. Mas existem maneiras menos drásticas que também funcionam: tomar um copo d'água com nariz tampado ou inspirar e segurar o ar por alguns instantes.
Como acontece o reflexo da tosse?
Os brônquios e a traquéia são tão sensíveis a um toque leve, que quantidades mínimas de material estranho ou substâncias que causam irritação iniciam o reflexo da tosse. Impulsos nervosos aferentes passam das vias respiratórias (principalmente pelo nervo vago) ao bulbo (medula oblonga), onde uma seqüência automática de eventos é disparada por circuitos neuronais locais, causando os seguintes efeitos:
- inspiração de até 2,5 litros de ar;
- fechamento da epiglote e das cordas vocais para aprisionar o ar no interior dos pulmões;
- contração forte dos músculos abdominais e dos músculos intercostais internos, empurrando o diafragma e provocando aumento rápido de pressão nos pulmões (de 100 mmHg ou mais);
- abertura súbita das cordas vocais e da epiglote e liberação do ar dos pulmões sob alta pressão.
Desta forma, o ar que é expelido de forma explosiva dos pulmões para o exterior se move tão rapidamente que carrega consigo qualquer material estranho que esteja presente nos brônquios e na traquéia.
Como acontece o reflexo do espirro?
O reflexo do espirro é muito parecido com o reflexo da tosse, exceto pelo fato de se aplicar às vias nasais, ao invés das vias respiratórias inferiores: o estímulo que inicia o reflexo do espirro é a irritação das vias nasais. Impulsos aferentes passam do quinto par de nervo craniano ao bulbo, onde o reflexo é disparado. Uma série de reações semelhantes às do reflexo da tosse acontece, grandes quantidades de ar passam rapidamente pelo nariz, ajudando, assim, a limpar as vias nasais.
Você sabia que:
- o ar que sai das narinas durante o espirro atinge em média 150 Km/hora?
- ao espirrarmos espalhamos aproximadamente 40 mil gotículas de saliva?
Pois é, por isto o espirro é uma excelente fonte de transmissão de doenças respiratórias.
Porque é impossível espirrar de olhos abertos?
Esclarecendo o mito: não é porque os olhos podem sair da órbita que os fechamos ao espirrar!
Quando uma partícula estranha entra no corpo pelas vias nasais, estimula os receptores locais que, por meio do nervo trigêmio (que coordena os movimentos da face), avisam o tronco encefálico que é hora de entrar em ação.
Ao receber a mensagem, o tronco encefálico reage imediatamente à invasão, gerando uma série de impulso motores que contraem o abdômen, o tórax e o diafragma, até chegar ao nervo facial.
Os reflexos que chegam ao nervo facial também desencadeiam movimentos para expulsar a partícula estranha. Essas contrações atingem diversos músculos da face, incluindo o músculo orbicular, que controla o abrir e o fechar dos olhos. Como resultado de todo esse esforço, fechamos os olhos.
domingo, 9 de agosto de 2009
A trajetória histórica da sexualidade humana, parte 2
O Cristianismo
• A virgindade é exaltada, a poligamia abolida e as relações sexuais permitida apenas para a procriação.
• A castidade, antes considerada importante só para as mulheres era agora essencial para ambos os sexos. O casamento foi invertido de significado sacramental simbólico.
• A monogamia era única forma aceitável de casamento e o Novo Testamento menosprezava o concubinato.
• É aceito que o cristianismo aperfeiçoou a natureza bárbara do homem, fazendo-o voltarse mais para o seu próximo, para o amor altruísta e também proporcionou novas oportunidades para a mulher.
A Idade Média
• A vivência da diversificação de valores relacionados a sexualidade e patente na IDADE MÉDIA, ligada por exemplo ao comportamento nos diferentes níveis sócio-econômicos.
• Para a nobreza a virgindade deveria ser preservada até o casamento.
• Na época das CRUZADAS encontramos, talvez, o maior exemplo da sociedade de caracter machista, quando o homem se autoriza a colocar na mulher o cinto de castidade.
• Por toda a IDADE MÉDIA, há poucas referências à felicidade verdadeira ou à satisfação emocional na relação matrimonial.
• O casamento era, em sua essência um contrato comercial, destinado a fortalecer alianças políticas e militares para os ricos e oferecer segurança econômica, filhos e alívio de tensão sexual aos pobres.
Idade da Razão
• A mulher desta época, já adquiria maior número de direitos, como por exemplo, poderia manter suas propriedades e dinheiro fora da jurisdição do marido.
• As classes sociais mais elevadas buscavam o prazer desvinculado do afeto e do matrimônio pois casavam em função de obter nomes e títulos nobres.
• A pequena burguesia tinha uma postura diferente perante o sexo o amor e o casamento, deixava de ser combinado pelos pais e prevalecia a afinidade e o amor.
• A moralidade da classe média mostrava-se serva e as ligações extra conjugais eram pouco frequentes.
• Datam desta época também as leis mais liberais no que diz respeito ao divórcio, possibilitando um segundo casamento, além de novas idéias e teorias.
Revolução Industrial
• A mulher não era mais imprescindível ao lar e os filhos deixaram de ser uma vantagem econômica.
• A Revolução Industrial destacou a prioridade de amar em relação ao ato de procriar.
• Consideravam o amor como condição “sine qua non” para uma vida feliz.
• Entretanto, a mesma sociedade que glorificou a síntese do amor com o sexo de uma forma inconsciente e incompreensível o comercializou, mecanizou e despersonificou o ideal de amor.
• A ciência também contribuiu para a revolução do amor. Com estudos na área da medicina, psicologia e sociologia tornaram o sexo um tema legítimo de estudo-destaque para os estudos de FREUD.
De acordo com o exposto, o sexo em um determinado tempo passa a Ter um valor cultural na medida em que se relaciona com tudo o que passa afetar o homem e suas relações sociais. É importante salientar que a sexualidade foi construída com a ajuda histórica do passado é desta forma que se pode compreender as relações da sexualidade dos novos tempos. Sobre isto Nunes ( 1997 : 165) esclarece que: “A sexualidade é uma dimensão humana fundamental
construída a partir das relações que compreendemos com o mundo natural e cultural, desde suas matrizes institucionais, na família e em todas as expressões da sociedade.”
Assim, as características da sociedade vigente é que determina a concepção de sexualidade. Percebe-se que a repressão, o tabu, a censura enfim o Conservadorismo com relação a questão da sexualidade faz parte de um círculo vicioso que passa de geração a geração, esteriotipando comportamento e idéias.
É certo que muitas coisas mudaram c/ o advento da pílula, com as propostas de libertação feminina, com os trabalhos e informações científicas, com a revolução tecnológica e a abertura nos meios de comunicação. Mas até que ponto isso nos permite afirmar que a situação mudou? Ou apenas trocou-se o antigo não pode-se deve-se!
Atualmente, a ditadura do consumismo reduziu a sexualidade humana a um mero apelo de sensações e a um culto hedonista do corpo e suas potencialidades. A cultura da sociedade atual é ainda predominante machista e com isso a sexualidade é intensamente manipulada pelos meios de comunicação e pelo poder estabelecido.
O próprio exemplo do prazer mecanizado da sociedade de consumo, com seus vibradores, pomadas e bonecas de plásticos, numa tentava de compensar o seu fracasso ilustra bem a solidão e a alienação da sociedade contemporânea, esquecendo sem dúvida a verdadeira dimensão da sexualidade: A VIDA!
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
A trajetória histórica da sexualidade humana, parte 1
Em nossa cultura, a assim denominada “Cristã Ocidental” que tem suas bases no judaísmo e cristianismo de um lado e na cultura grego-romana de outro, a sexualidade vem sendo historicamente alvo de intensa repressão. O exercício da sexualidade por mero prazer, sem fins reprodutivos, sempre foi reprimido considerado imoral, sujo e pecaminoso... tudo isso em consequência de nossas origens, de fato, formas de expressão da sensualidade e de erotismo tais como a masturbação, a homossexualidade e outras são até hoje alvo de preconceitos pelas estruturas sociais mais conservadoras.
Assim, é de se notar que a história da sexualidade é rica em significados e faz parte da vida do homem. Desde o surgimento da humanidade existe a constante busca de explicações sobre a sexualidade, assim como o nascimento o sexo esta devidamente relacionado à vida dos seres humanos e de todas as raças tornando-se um estímulo para a relação sexual, como algo instintivo.
Diante desta constatação, embora a vida na terra já exista há cerca de 4 bilhões de anos é a reprodução sexuada a pelo menos 1,5 bilhões de anos, foi apenas com espécie muito próxima da nossa que ocorreu a desvinculação entre sexo e reprodução. Pouco sabe-se sobre o exercício da sexualidade pelos hominídeos que antecederam nossa espécie, mas é esperável que desde ao menos o homo habilis (2 milhões de anos) se não entre antepassados ainda mais remotas que esse fato tenha ocorrido. No entanto, alguns estudos apontam que com o surgimento ao homo sapiens, surgiu entre as fêmeas a possibilidade de relações sexuais prazerosas independente da possibilidade de reprodução.
Graças a sutis mudanças na anatomia e na fisiologia dos órgãos envolvidos, tornou-se possível que as fêmeas de nossa espécie pudessem usufruir de atividade sexual independente de estarem ou não em seus períodos férteis. Por isso somos os únicos seres a manter relações sexuais durante a gestação ou mesmo após a cessação das possibilidades de reprodução (menopausa).
Logo, de acordo com Vitiello (2001) nossa espécie é a única dentre as que povoam o planeta a ter a oportunidade de buscar os prazeres do sexo sem arcar com o ônus único da reprodução. Se entre as outras espécies só é possível o sexo-reprodução, para nós se abrem outras oportunidades, podendo-se mesmo falar em sexo-afeto, sexo-amor e diversas outras indicações para a prática da sexualidade inclusive aquela visando remuneração, no eufemisticamente denominada de “a mais velha das profissões” (a prostituição).
Neste contexto, vale ressaltar também que no desenvolvimento da história a sexualidade apresentou-se sobre maneira de cunho machista, em que negou sempre a possibilidade de prazer feminino associado ao exercício da sexualidade, com isso nossa cultura coloca polaridades entre a sexualidade masculina e feminina, onde Itoz (1999) nos coloca que o homem de acordo com a história exerce papel mais ativo possui sexualidade mais focalizada (genital) uma vivência mais objetiva, com sua genitalidade maior que a sexualidade com atitudes básicas de conquistas e poder, por outro lado percebe-se que a mulher exerce um papel mais passivo possui sexualidade mais difusa (corpo todo) com sua sensualidade maior que a genitalidade e com atitudes básicas de trocas. Em suma, o caracter machista das relações interpessoais apresenta-se como elemento marcante na história das sociedades e influências sexuais.
Neste sentido, para melhor compreendermos a trajetória da sexualidade humana é fundamental utilizarmos a análise de Lapate ( 1996) em que este divide em vários momentos:
Os Hebreus
• No gênese a sexualidade é descrita como desejada por deus e criada como algo bom.
• Nas passagens bíblicas se observa uma estreita relação entre o sexo e a reprodução através do casamento.
• Os hebreus se casavam muito jovem e não era fator primordial nessa união o sensual ou o amor.
• A virgindade era valorizada ao extremo e deveria ser mantida até o matrimônio.
• O homem poderia ter no casamento sexo apenas para reprodução, mas em função de outras práticas também tinha oportunidades de desenvolver sentimentos profundos de amor e de prazer sensual.
Os Gregos
• O amor na Grécia Clássica era peculiar e bastante diverso dos conceitos de amor em geral.
• O prazer advindo da sexualidade propunham-no apenas para os homens que o buscavam junto as pornoi e as hetairas, nunca em suas próprias casas.
SEXUALIDADE DO ADOLESCENTE: Um novo Olhar sem Mitos e Preconceitos 29 • Homem assumia uma posição especial desde o nascimento. Aprendia música, poesia, aritmética e praticava esportes.
• A mulher, ao contrário não recebia qualquer tipo de educação formal. Ficava confinada em casa desde o nascimento até o casamento e nada aprendia além de poucas tarefas domésticas.
• Demostines nos dá um retrato fiel dos costumes daquele período em relação a casamento, amor e sexo. As prostitutas, nós conservamos pelo prazer, as concubinas para cuidar de nossa pessoa e as esposas para nos proporcionar filhos legítimos e cuidar da nossa casa.
Os Romanos
• Algumas transformações ocorreram com as primeiras grurras púnicas (sec.IIIa.C.) a mulher tinha mais possibilidades de educação e de desenvolver seus atrativos pessoais.
• Os jovens romanos tinham melhor oportunidade do que os gregos para encontrar no casamento uma união de AMOR e PRAZER.
• Os romanos eram rigorosamente monógamos.
• O casamento era uma questão pessoal e não requeria uma sanção religiosa ou governamental, apenas, o consentimento paterno.
• Com o império romano concretiza-se a mulher como objeto. O sexo pode ser vendido e comprado, através da relação vencedor-vencido, quando os senhores romanos vendem como escravas as mulheres dos povos conquistados.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Educação Holística, o que é realmente?
O que vem a ser isso? Para entendermos a Visão Holística da Educação é necessário sabermos a sua origem. A palavra Holismo – vem do grego holon – significa inteiro, integral, totalidade, realidade, que faz referência a um universo feito de conjuntos integrados que não pode ser reduzido a simples soma de suas parte.
“O termo Educação Holística foi proposto pelo americano R. Miller (1997) para designar o trabalho de um conjunto heterogêneo de liberais, de humanistas e de românticos que têm em comum a convicção de que a personalidade global de cada criança deve ser considerada na educação. São consideradas todas as facetas da experiência humana, não só o intelecto racional e as responsabilidades de vocação e cidadania, mas também os aspectos físicos, emocionais, sociais, estéticos, criativos, intuitivos e espirituais inatos da natureza do ser humano”. (Yus, 2002, p.16).
A Visão Holística da Educação é um novo modo de relação do ser humano com o mundo; uma nova visão do cosmos, da natureza, da sociedade, do outro e de si mesmo. Segundo o Relatório da Comissão Internacional de Educação para a UNESCO, intitulado “Educação: um tesouro a descobrir”, 1994 (que é a base para documentos e pareceres atuais do MEC, ex : PCN’s) são quatro os pilares básicos da Educação para o século XXI: Aprender a fazer; Aprender a conhecer; Aprender a ser; Aprender a viver juntos.
Para se alcançar esses pilares, a Visão Holística traça um perfil de um ser humano com as seguintes características:
1. Ativo e Autodeterminado: autonomia para a “reconstrução do mundo”;
2. Pacífico: sensibilidade e criatividade para a criação de formas de luta;
3. Solidário: opõe-se ao acúmulo de bens como fonte de poder. Busca a justiça social;
4. Autoconsciente: busca da felicidade, bem-estar e paz, desde que atendidas as necessidades básicas de sobrevivência;
5. Intuitivo e dotado de visão holística: Intuição que alimenta hipóteses dentro de uma perspectiva interdisciplinar;
6. Pleno de amor: o amor descarta a competição, o egoísmo, a inveja, etc. Estimula a adesão, a participação e ao “compartilhar”;
7. Sensível ao belo e criativo: observar, sentir, captar, empolgar-se com detalhes do mundo;
8. Voltado ao espiritual: ser espiritualizado significa buscar internamente um encontro com a manifestação divina que existe em cada um de nós.
A Visão Holística na Educação contribui para:
a) Perceber o aluno como ser integral;
b) Aprender a viver junto com o aluno;
c) Vivências em dinâmicas de grupo; (valorizar as coisas simples da vida)
segunda-feira, 27 de julho de 2009
As diferenças entre o verdadeiro amor e a paixão carnal
1a Diferença – O que mais a atrai na outra pessoa?
PAIXÃO – O que mais me atrai e desde o início me atraiu foram os seus olhos. Logo ao primeiro olhar eu já percebi que aquele seria definitivamente o “homem da minha vida”. Você sabe o que é uma pessoa ter certeza de alguma coisa? Pois é , isto aconteceu comigo logo que olhei para ele da 1a vez. Além de seus lindos olhos azuis, ele tem um rosto que é belo e um corpo musculoso, malhado, bronzeado que nunca vi igual! Sabe de uma coisa? Eu estou perdidamente apaixonada!
COMENTÁRIO – Quando só existe paixão, a pessoa só vê no outro um rosto bonito, um corpo bem feito, um andar atraente ... “Não importa se ele é vazio no seu interior, se é descrente ... o que importa é que o amo e faço loucuras por ele!” Para as pessoas que estão apaixonadas o exterior é o que está valendo naquele momento e o que a pessoa realmente é, isto é, o seu interior fica em segundo plano.
AMOR – O que mais me atrai na pessoa que realmente amo é o seu caráter. Eu o amo pelo que ele é, pela beleza do seu interior, pelos momentos que passamos juntos compartilhando nossas alegrias, tristezas e nosso futuro. Eu o amo porque ele ama o Deus que eu amo e juntos caminhamos fazendo a Sua vontade em nossas vidas.
COMENTÁRIO – O verdadeiro amor não vê apenas o rosto, não vê apenas o corpo mas vê a pessoa com toda sua autenticidade, sinceridade e beleza interior. A atração existe mas é apenas um dos aspectos da pessoa que o atrai. O amor vê o físico mas vê também o interior da pessoa que ama.
2a Diferença – Que características existem na outra pessoa que a atraem?
PAIXÃO – Fica até difícil de enumerá-las, pois para mim ele é o homem perfeito! Mas vejamos o que eu posso enumerar:
1) rosto lindo;
2) olhos azuis;
3) corpo malhado, musculoso (perfeito!);
4) o seu andar;
5) sua maneira de bocejar...
Além destas, existem um sem número de outras características que me deixam muito, muito e muito APAIXONADA!
COMENTÁRIO – A paixão não vê a alma mas apenas o físico. A pessoa pode ficar “apaixonada” pelo andar , pelo sorriso, pela maneira de falar, sem olhar para o que realmente a pessoa é.
AMOR – Para eu conhecer as verdadeiras características do meu namorado, precisei conhecê-lo aos poucos durante muitos meses. Hoje posso dizer que o amo e o admiro pelo que ele realmente é: um homem de Deus que tem seu defeitos mas que tem uma beleza interior que me dá a certeza que ele é o rapaz que Deus escolheu para ser meu futuro marido. Ele é carinhoso, meigo, terno, fiel, bom filho, bom irmão, bom amigo, bom aluno e acima de tudo um namorado que me ama e que amo de todo o meu coração.
COMENTÁRIO – O amor verdadeiro vê a alma do outro. A pessoa ama seu namorado pelo que ele realmente é; pela sua maneira autêntica de ser; pela maneira como trata seus pais, as crianças, os animais; pela maneira como a trata; pelo seu caráter, atitudes e opiniões.
3a Diferença – Como tudo começou?
PAIXÃO – Da maneira mais romântica que você possa imaginar! Estávamos sentados na areia da praia – eu, alguns amigos e amigas e... ele. Era uma noite de luar e cantávamos ao som de um violão. Ele estava sentado ao meu lado e me olhou como ninguém jamais me olhou antes. Amei-o no 1o momento!!! Foi “amor” à primeira vista!
COMENTÁRIO – A paixão começa muitas vezes logo no 1o encontro. É “paixão” à primeira vista! Não se pode dizer que é “amor” à primeira vista, pois o verdadeiro amor surge com o tempo. Algumas vezes, ouvimos jovens dizerem: “Um simples olhar foi bastante para eu ficar apaixonado. Mesmo sem saber nada dele, já sinto que nasceu para mim!” Isto é paixão.
AMOR – Tudo começou depois de um longo período de amizade. Éramos apenas bons amigos, pois estudávamos juntos. Fazíamos piqueniques, viagens e vários tipos de passeios juntos com nossa turma do colégio. Ele era um amigo bem íntimo, pois sempre que havia teste escolar, ele ia à minha casa para estudarmos juntos. Pouco a pouco fomos sentindo que tínhamos nascido um para o outro e então decidimos namorar. Sempre o admirei mas precisei de tempo para descobrir que realmente o amava.
COMENTÁRIO- O amor é algo mais amadurecido. Leva tempo! Muitas vezes, começa com uma amizade, sem namoro. Com o passar do tempo, os dois descobrem que se amam e que não podem viver um sem o outro. Neste caso, o amor foi surgindo aos poucos. Ambos tiveram tempo de se conhecer, ver as boas e más características que cada um possuía. Quando resolveram namorar já sabiam que poderiam enfrentar juntos os bons e maus momentos da vida. Um “namoro demorado” é bem melhor do que um “namoro relâmpago”. Não tenha pressa para se casar!
4a Diferença – No seu namoro, é estável o interesse mútuo?
PAIXÃO – Bem, na verdade é difícil termos os mesmos interesses. Às vezes, eu o encontro bem humorado mas, outras vezes, ele muda como se fosse outra pessoa. Tentamos combinar os passeios, reuniões, ... mas nem sempre tudo dá certo. Ele é um pouco instável e faz com que nosso namoro não seja estável mas mesmo assim eu o amo muito e sei que ele nasceu para mim.
COMENTÁRIO – Na paixão, o interesse não é estável. Hoje, o interesse do namorado pode estar em alta e tudo vai às mil maravilhas mas amanhã pode estar em baixa e tudo muda. Não há firmeza no interesse mútuo. Na paixão, a relação é superficial, não tem firmeza.
AMOR – Sim, sempre nossos interesses são firmes e constantes. Posso dizer que, no nosso namoro, o interesse mútuo é estável.
COMENTÁRIO – O verdadeiro amor é como a plantinha que está crescendo lentamente em terra fértil e cujas raízes são profundas. No amor, os sentimentos são constantes, firmes e sinceros.
5a Diferença – De que maneira o seu namoro está afetando a sua personalidade?
PAIXÃO – Não sei se meu namoro está afetando a minha personalidade mas sei que, agora, sou uma pessoa diferente. Valorizo mais o meu namorado a ponto de não ter mais vontade de estudar, de comer, de dormir ... Sou outra pessoa, pois me dedico completamente a ele. Não tenho mais tempo para amigas, para conversar com minha mãe ...
COMENTÁRIO – A paixão afeta, e muito, a personalidade da pessoa. Apaixonada, ela vive sonhando, se torna menos eficiente e responsável. Não quer ver os defeitos do outro mas vive pensando só no “amor”.
AMOR – Se meu namorada está afetando a minha personalidade é, com certeza, para melhor, pois agora sou mais autêntica, mais feliz. Não sei, mas meu namorado diz que tenho boa índole, sou boa filha e que ele me ama muito. Eu também o amo!
COMENTÁRIO – Quando se está amando aprende-se da pessoa que se ama todas as características boas. A pessoa se torna uma boa filha, uma boa irmã, uma boa amiga. Quando se ama, a pessoa deixa transparecer as suas melhores características, a sua real personalidade que a tornam uma pessoa mais digna.
6a Diferença – Agora, que você está namorando, como é o seu relacionamento com as outras pessoas?
PAIXÃO – Estou tão apaixonada por meu namorado que o coloco em 1o lugar em minha vida. Não tenho muito tempo para meus pais, meus irmãos, minhas amigas que já não são as pessoas mais importantes para mim. Se estou estudando ou fazendo alguma coisa em casa e ele me convida para sair, deixo tudo para atendê-lo imediatamente, pois ele é tudo para mim. Às vezes, faço até algumas coisas erradas mas é somente porque “o amo” muito!
COMENTÁRIO – A paixão é um sentimento que nos tira da realidade. Vive-se sonhando com fatos que não são reais. A pessoa se esquece que os pais, os irmãos e os verdadeiros amigos só querem o seu bem e aquele namorado é só alguém que ela mal conhece e que, um dia, pode fazê-la sofrer e talvez não seja o rapaz que Deus está preparando.
AMOR – Já faz algum tempo que o estou namorando. No início, não podia amá-lo, pois o conhecia muito pouco. Agora, quando já o conheço bastante, seus gostos pessoais, sua maneira de pensar, eu realmente o amo.Procuramos sempre compartilhar nossos pensamentos, desejos, ansiedades e já percebemos que o ficarmos juntos é para nós um presente dado por Deus. Nós nos amamos muito mas nossos pais, irmãos e amigos são para nós pessoas preciosas. Em nossas vidas, Deus está em 1o lugar e O amamos muito. Somos felizes e já pensamos em casar para termos nossos filhos e adicionarmos algo mais à nossa felicidade.
COMENTÁRIO - O verdadeiro amor não é egoísta. O namorado vê a namorada como a pessoa mais importante de sua vida mas o seu relacionamento com os familiares e amigos continua o mesmo. A pessoa é equilibrada e faz tudo para agradar a Deus e a seu namorado.
7a Diferença – Diga, em poucas palavras, como os outros vêem o seu relacionamento com o seu namorado.
PAIXÃO – As pessoas que vêm me aconselhar, achando que estou demasiadamente apaixonada, não sabem o quanto ele é maravilhoso. Não estou interessada em conselhos de ninguém, pois sei o que quero. Meus pais são contra o namoro mas eu estou decidida a não ouvir o que dizem de nós dois.
COMENTÁRIO- É muito importante ouvirmos os conselhos daquelas pessoas que realmente nos amam, pois como não são elas que estão apaixonadas, então podem raciocinar com mais sabedoria e nos abrir os olhos.
AMOR – Dou graças a Deus por meus pais e futuros sogros que nos amam e aprovam o nosso namoro. Antes de dizer “sim”, procurei saber se meu namorado era um bom filho, um bom amigo. Hoje, somos noivos e nossos amigos nos chama de casal 20.
COMENTÁRIO – Com certeza Deus irá abençoar o casamento que está dentro da Sua vontade e que teve a aprovação dos pais.
8a Diferença – O que aconteceu com seu namoro quando ele teve que viajar?
PAIXÃO – Sentimos que aos poucos a chama foi se apagando. Não sei o porquê mas tanto eu como ele já temos outra pessoa em vista.
COMENTÁRIO – A distância é muito importante para você testar se o que você sente por seu namorado é paixão ou verdadeiramente amor. Se havia só interesse físico o relacionamento logo acabará.
AMOR – O namoro continuou firme, pois com a distância sentimos muita falta um do outro. A saudade é quase insuportável e a conta do telefone aumentou muito! Sinto que falta uma parte de mim e sempre fico triste quando passa um dia sem eu falar com ele.
COMENTÁRIO – Com a distância o verdadeiro amor só tende a aumentar. Chamo esta prova de “prova de fogo”. Se mesmo longe a pessoa sente falta do outro, sente falta da sua voz, da sua conversa, da sua presença ... então, ela realmente ama.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Sexualidade
VANTAGENS DA EDUCAÇÃO SEXUAL
Previne gravidez precoce e doenças sexualmente transmissíveis; estabelece laços de amizade e confiança, reafirmando o papel do professor ou dos pais como orientadores e formadores de valores; abre caminhos para conversas sobre outros assuntos; protege contra o abuso sexual, proporcionando condições para que a criança e o adolescente saibam reconhecer e se proteger de situações de risco, recorrendo a um adulto em que confiem para tirar dúvidas ou para conversar caso tenham sido vítimas de algum tipo abuso; forma opiniões e desenvolve senso crítico em relação a esse e a vários outros assuntos; informa corretamente; desenvolve valores morais e éticos; diminui a ansiedade e a curiosidade da criança e do adolescente nessas questões, fornecendo fonte segura de informações; fornece bases morais sólidas para as futuras escolhas afetivas; promove amadurecimento sem traumas, tabus, preconceitos ou medos.Sexualidade
POR QUE FALAR DE EDUCAÇÃO SEXUAL?
Muitos pais acreditam que as crianças não devem fazer perguntas sobre sexo por acreditar que não possuem idade suficiente para entender, considerando, portanto, um absurdo qualquer menção a este assunto. Muitos adultos se escondem, sentem vergonha ou evitam ao máximo tocar no assunto. Embora seja mais fácil, o silêncio não é a saída mais adequada no que se refere às questões sexuais. Até por que, o silêncio também ensina........mas ensina mal, muito mal, ao estilo: quem cala consente.
As razões descritas no quadro a seguir vão ajudá-lo a formar opiniões mais sólidas e irão reafirmar a sua opção pela busca de uma educação sexual consciente e aberta: Por que evitar o assunto não é o melhor remédio? Porque os amigos, os livros, a televisão, a internet não irão formar valores e construir noções responsáveis sobre o sexo, muito menos irão preparar seu filho emocionalmente para as escolhas da vida; porque cada vez que você fala para seu filho que é a cegonha que traz os bebês, ele percebe que as suas informações não correspondem à verdade e que você não é uma fonte confiável; porque evitar falar sobre sexo ou contar mentirinhas sobre isso contribuem para a manutenção do sexo como tabu; porque, embora a educação sexual esteja prevista nos Parâmetros Curriculares Nacionais (que são diretrizes educacionais para as escolas brasileiras), é provável que a escola do seu filho também não consiga sanar as dúvidas dele ou desenvolver senso crítico das questões sexuais; porque ele não vai ter com quem contar quando precisar de um conselho, de uma opinião e até de limites; porque você estará perdendo uma oportunidade maravilhosa de oferecer uma educação diferente, esclarecedora, que conduz à felicidade.
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